A maior parte de nosso conhecimento atual sobre a
classificação das aves vem de estudos de DNA, o qual pode estabelecer relações
entre indivíduos com uma precisão bem maior do que a observação de suas
características morfológicas. Atualmente considera-se que exista entre 25 e 30
ordens de aves, contendo cerca de 148 famílias. Existem
aproximadamente 8.600 espécies.
As aves evoluíram a partir de répteis
ancestrais e conquistaram o meio terrestre de modo mais eficiente. A principal
característica que possibilitou essa conquista foi a homeotermia, sendo
possível encontrar aves em diferentes ambientes.
Como evidências desta evolução podemos
citar as seguintes características comuns às duas classes: presença de escamas,
sistema porta-renal, excreção de ácido úrico e hemácias nucleadas.
Características externas e tegumento
A presença de penas é a principal característica que separa
aves de mamíferos. As penas equivalem aos pelos dos mamíferos, e ajudam a
transformar os membros torácicos em asas, deixando o corpo mais leve com
relação ao seu tamanho, proporcionando uma forma aerodinâmica.
Existem seis tipos de penas, mas dois deles se
destacam, que são plumas e penas de contorno. As penas de contorno
(tectriz) escondem as plumas, e podem ser de dois tipos: das asas (remige) e da
cauda (retriz), sendo as da cauda responsáveis pela direção e frenagem no voo.
Os constituintes das penas são a hastes,
que se ramificam em vexilos, estes
emitem as barbas e elas emitem as bárbulas. Além desses componentes, há o
cálamo, que a porção da haste que se
localiza no folículo da pele e é desprovida de vexilos. A pele das aves possuem
músculos eretores das penas, que permitem a elas adquirirem o aspecto
arrepiado. As plumas têm a mesma constituição das penas de contorno, porém sem
as bárbulas, o que lhes confere o aspecto mais fofo.
Curiosidade: As cores das penas dependem da dieta e da genética do
animal.
BRANCA =
Nenhum pigmento.
AMARELA
= Xantofila na epiderme.
AZUL =
Melanina somente na derme.
PRETA =
Melanina na epiderme e na derme.
VERDE =
Xantofila na epiderme e melanina na derme.
A pele é fina, solta e com pouco suprimento
sanguíneo e nervoso. Ferimentos na pele não sangram tanto quanto em mamíferos. Tem
coloração amarelada sobre o corpo, podendo ser mais pigmentada nas pernas e
pés. Nas poedeiras produtivas a coloração é mais pálida, pois o pigmento é
designado para a gema. É destituída de glândulas sebáceas e sudoríparas. A
única glândula cutânea presente é a uropígea,
além daquelas na orelha externa e no ânus. É uma glândula sebácea, cujo óleo
produzido atua na impermeabilização das penas e isolamento da parte submersa do
corpo em aves aquáticas. Fica dorsal as vértebras caudais que formam a cauda
curta e sua secreção é transportada para as penas pelo ato das aves de alisar
as penas com o bico. É ausente em algumas espécies.
Crescimentos ornamentais de pele
mole ao redor da cabeça ocorrem em algumas espécies, como o peru e a galinha. São
eles crista ou monco (perus), barbela e
lobos auriculares. Sua derme é espessa
e vascular, mas a epiderme é fina, sendo facilmente lesados e servindo de
entrada para infecções.
O bico é formado por um estojo córneo revestindo
uma base óssea. Seu crescimento é contínuo para compensar o desgaste natural. O
tegumento superior é chamado de rinoteca
e o inferior de gnatoteca. O
conjunto das estruturas é chamado ranfoteca.
Sua forma varia entre as espécies de acordo com a alimentação do animal. É
ricamente inervado.
Em psitacídeos
(aves do tipo papagaio) o bico é revestido por membrana carnosa (cera) na base,
podendo envolver as narinas.
As escamas
nas pernas e pés são semelhantes às dos répteis formadas por placas epidérmicas
cornificadas. Em aves aquáticas os dígitos são palmados (unidos por pele) formando remos.
Os galos possuem esporão, um cone córneo com base óssea localizado na face
caudomedial da perna. Serve como arma na briga entre machos. A remoção da
papila do esporão em pintos impede seu crescimento.
Aplicações: para
injeções subcutâneas é recomendado
ultilizar a superfície dorsal da junção do pescoço com o tronco para aplicação.
As bordas da barbela podem ser usadas para injeções intradérmicas.
Geralmente cristas e barbelas são
cortadas em pintos destinados a criações comerciais, para evitar lesões. A debicagem também é uma prática comum em
criações comerciais.
Esqueleto
Os ossos são leves e delicados,
alguns possuem cavidades preenchidas por ar (ossos pneumáticos). No crânio as órbitas grandes deslocaram
os ossos encontrados entre elas na maioria das espécies e reduziram outros a
uma fina lâmina medial (septo
interobital). O bico é formado pelos ossos pré-maxila e mandíbula. Somente
um côndilo do occiptal ventral ao
forame magno delimita o movimento da cabeça, possibilitando uma rotação maior
quando comparada a outras espécies. A cavidade
timpânica é uma depressão semi-esférica na parte inferior nas laterais do
crânio. A borda limita o meato acústico externo, fechado pela membrana
timpânica quando em vida.
Possuem um arco jugal análogo ao arco zigomático
presente nas espécies domésticas ligando a maxila a mandíbula.
Aplicação: o
forame magno pode ser utilizado para injeção no sistema nervoso central com o
objetivo de eutanásia após a flexão da articulação atlanto-occiptal.
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Fonte: Google Imagens |
Para saber mais: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/05/cranio-de-passaro-teria-evoluido-partir-do-dinossauro-diz-estudo.html
As aves possuem a medula espinhal rígida. As vértebras do pescoço e da cauda conservaram a mobilidade. O número de vértebras cervicais varia entre as espécies e essas vértebras apresentam costelas cervicais. O esqueleto axial apresenta fusão de alguns ossos. As vértebras torácicas variam em número de 3 a 10, podendo estar fundidas formando o notarium. Neste caso uma vértebra será livre.
As costelas são divididas em duas porções: vertebral e esternal. Não
há cartilagem costocondral. As costelas vertebrais apresentam processo uncinado, uma projeção do
osso que aumenta a área para inserção muscular.
O esterno contém uma quilha bastante desenvolvida, que confere rigidez e proporciona uma
maior superfície para implantação dos músculos responsáveis pelo voo. Não possui
esternebras. As vértebras torácicas se articulam com as costelas
e se unem diretamente ao esterno por meio de ligamentos. O cinturão escapular é
bem desenvolvido (exceto no avestruz) e formado pela escápula, coracóide e clavícula. A clavícula pode estar
fundida em suas extremidades ventrais para formar a fúrcula (“osso da sorte”) em
forma de “V” se prendendo ao esterno.
Uma fusão da última ou das duas últimas vértebras torácicas com as lombares, sacral e primeira coccígea forma o sinsacro. As últimas vértebras coccígeas formam o pigóstilo.
A pelve não se funde medialmente sendo aberta para a passagem do ovo.
Nas aves o esqueleto apendicular sofreu modificações para voo e locomoção bípede. Diferentemente das outras espécies a ulna é bem desenvolvida e o rádio é menor. Os três ossos metacarpianos são fundidos. As falanges dos dedos 3 e 4 suportam as penas primárias para o voo. |
Nos membros pélvicos não existe um tarso diferenciado,
há fusão da tíbia ao mesmo formando o osso
tibiotarso e o tarsometatarso. A
fíbula é de tamanho reduzido. Os
ossos metatarsianos 2, 3 e 4 são fusionados. Nos machos há um processo ósseo na
face medial plantar do metatarso chamado de espora.
Músculos
Os músculos do membro torácico assim como o esqueleto são
adaptados ao voo. Os músculos peitorais
promovem o movimento das asas durante o voo e representam mais de 20% do peso
corporal. O músculo peitoral superficial tem origem
na quilha e clavícula e se insere na superfície ventral do tubérculo dorsal do
úmero. Sua contração resulta na batida da asa. O supracoracóideo possui a mesma origem. Seu tendão passa por um
forame na junção da escápula com o coracóide e a clavícula, o canal triósseo e
se insere próximo ao seu antagonista. Atua na decolagem.
Aplicações: a palpação dos músculos do peito
pode proporcionar uma avaliação do estado geral de saúde do animal. São usados
também para aplicação de injeção intramuscular, com o devido cuidado
para não penetrar a cavidade corporal. A
porção cranial dos músculos peitorais deve ser evitada, pois neste local há
passagem de vasos que se perfurados podem levar a hemorragia fatal. O corte do
tendão do músculo extensor radial do carpo, no nível do carpo impede a ave de
voar. O tendão é curto e passa subcutaneamente sobre a superfície craniodorsal
da articulação do carpo e termina no osso metacárpico em sua extremidade
proximal.
Aparelho digestório
O trato gastrointestinal é curto
quando comparado a outras espécies, proporcionando uma das características que
auxiliam na diminuição do peso corporal. Constituído de cavidade bucal, esôfago,
proventrículo, ventrículo, intestino
delgado, intestino grosso e
glândulas anexas (fígado e pâncreas).
Como já mencionado o bico é queratinizado e adaptado
ao tipo de alimentação da ave. As aves não possuem dentes. A língua possui
mobilidade restrita, apresentando papilas táteis e gustativas. Não existe
palato mole.
Há duas aberturas no palato duro:
a coana, comunicando a orofaringe
com a cavidade nasal e a fenda
infundibular, onde a tuba auditiva se abre.
O esôfago apresenta uma dilatação
responsável por armazenar o alimento denominada papo. Nos galináceos a dilatação é somente na parte ventral do esôfago.
O proventrículo realiza a digestão
enzimática.
O ventrículo ou “moela“ tem a
função de triturar o alimento e é revestido internamente por uma membrana
resistente, a coilina, que protege
as paredes do órgão contra o atrito do alimento.
No intestino delgado encontramos o
divertículo vitelínico no duodeno, um vestígio da ligação do embrião ao saco
vitelino.
O pâncreas é alongado e encontra-se
entre os ramos da alça duodenal.Dois ou três ductos conduzem suco pancreático
para a extremidade distal do duodeno.
No intestino grosso, o ceco é duplo e o colón se abre na cloaca.
O
fígado tem coloração castanho-escuro, exceto nas duas primeiras semanas de vida
quando é amarelado devido aos pigmentos da gema que são absorvidos do intestino
até que o saco vitelino regrida. Possui lobos direito e esquerdo que ficam ao
redor da porção caudal do coração. O lobo direito é maior, apresenta a vesícula
biliar na superfície visceral e é perfurado pela veia cava caudal. O lobo
esquerdo é dividido. Os lóbulos não são distinguíveis, pois não há tecido
conjuntivo perilobular. A superfície visceral fica em contato com o baço, proventrículo,
ventrículo, duodeno, jejuno e ovário ou testículo. O pombo e o periquito australiano não têm vesícula
biliar.
Aparelho urinário
Constituído de rins e ureteres, não há bexiga nem uretra.
Os rins localizam-se contra o sinsacro preenchendo os recessos
ventrais aos ossos coxais. Estão em contato com o pulmão cranialmente e com os
sacos aéreos abdominais ventralmente. Dividem-se em partes cranial, média e
caudal pelas artérias ilíaca externa e isquiática (ramos da aorta abdominal). Em
algumas espécies as partes caudais direita e esquerda são fundidas. Na galinha
isto não ocorre. Não
há pelve renal, o ureter começa na parte cranial e caminha medioventralmente no
rim, recebendo ramos das suas divisões. Prossegue caudalmente pelo ducto
genital e se abre no urodeu.
Aparelho genital
Machos
Possuem testículos, epidídimos e
ductos deferentes pares e um órgão copulador (falo). Os testículos não são revestidos pela túnica vaginal, nem possuem
cordão espermático. Não há escroto e os testículos permanecem no seu local de
origem dentro da cavidade celômica, contra as extremidades craniais dos rins,
fixados por curtos mesórquios e se relacionam com os sacos aéreos abdominais,
proventrículo, intestino e fígado. Sua relação com os sacos aéreos proporciona resfriamento possibilitando a espermatogênese
dentro da cavidade.
O epidídimo não é dividido e sendo uma leve saliência sobre o
testículo.
Aplicações:
a castração pode
ser realizada através de uma incisão junto à última costela.
Testículos e desenho esquemático do falo projetado. Fonte: Adaptado de Poliana Galvão
Fêmeas
Os órgãos
reprodutores da fêmea consistem de ovário
e oviduto, em geral somente os
órgãos esquerdos são funcionais. Quando produtivos os órgãos ocupam grande
parte da cavidade celomática.
O ovário desenvolve-se gradualmente de
uma pequena estrutura irregular a uma estrutura em que podem ser observados
folículos individuais e estes aumentam rapidamente em número e tamanho com o
estímulo hormonal do FSH. O ovário maduro contém milhares de folículos em
diferentes estágios de desenvolvimento. Os folículos maiores são pendulares e
ficam em contato com estômago, baço e intestino, sendo que cada um consiste de
um grande oócito cheio de gemas cercado por uma parede folicular altamente
vascularizada. O folículo vazio regride depois da ovulação e desaparece em
alguns dias. Não há necessidade de corpo lúteo, pois não há embrião a manter.
O oviduto representa todo o trato genital
e estende-se do ovário à cloaca. Ele conduz o ovo fertilizado até a cloaca,
fornece proteção para o embrião em desenvolvimento e conduz o espermatozoide ao
ovo para imediata fertilização. O oviduto é dividido em infundíbulo, magno, istmo, útero e vagina. Ele
ocupa a parte dorsal esquerda da cavidade corporal, onde se relaciona com o
rim, intestinos e ventrículo.
O magno é o segmento mais longo do ducto,
suas paredes apresentam pregas de mucosa maciça e são espessadas pelas
glândulas que adicionam ao ovo cerca de metade do albúmen (clara do ovo). O ovo
demora 3 horas para atravessá-lo.
O istmo se diferencia do magno por uma
estreita zona aglandular, suas glândulas secretam também albúmen e também um
material que coagula rapidamente para formar as duas membranas homogêneas
encontradas entre o albúmen e a casca. O ovo demora 1 hora para atravessá-lo.
O útero é o local onde o ovo fica mais
tempo, cerca de 20 horas, nele ocorre a deposição da casca.
A vagina é separada do útero por um
esfíncter e possui glândulas que armazenam esperma. Ela termina numa abertura
da parede lateral do urodeu. Quando o ovo é posto a vagina projeta-se através
do ânus, diminuindo o contato com as fezes.
Cavidade corporal
Possui uma só cavidade, essa é chamada de cavidade celomática. Não existe
diafragma para separar os órgãos torácicos dos abdominais.
Aparelho cardiovascular
Assim como nos mamíferos o coração
tem quatro cavidades. É relativamente maior quando comparado a outras espécies
e sua frequência de contração é muito mais alta (até 100 bpm em aves pequenas).
A valva atrioventricular direita possui
1 cúspide e a esquerda 3. No átrio direito desembocam 2 veias cavas craniais e
uma caudal. As veias pulmonares formam um tronco pulmonar que se abre no átrio
esquerdo.
A aorta sai do ventrículo esquerdo e emite duas artérias braquiocefálicas que se ramificam em artérias carótidas comuns e subclávias.
A artéria subclávia dá origem ao grande tronco peitoral que irrigará os
músculos do peito e esterno.
A aorta abdominal dá origem aos
ramos celíaco, mesentérica cranial, renal
cranial, ilíaco externo, isquiático e mesentérica caudal ao longo da coluna vertebral.
Como
já mencionado as aves possuem o sistema porta-renal. Devido a este sistema, a
maior parte do sangue da veia mesentérica caudal segue para a veia porta renal
direita.
Detalhe do coração e artérias braquiocefálicas. Fonte: Poliana Galvão
Aparelho respiratório
Diferencia-se bem do aparelho dos
mamíferos. As narinas levam a cavidade nasal que é dividida assim
como nos mamíferos, por septo medial e se comunica com a orofaringe através da
coana. Possui três conchas: rostral, média e caudal. As conchas rostral e média
se comunicam com a cavidade nasal e a caudal encerra um divertículo do seio
infraorbitário. O ducto nasolacrimal se abre na cavidade nasal e é ventral à
concha média. Há uma glândula nasal que prolonga-se cranialmente a partir da
parte dorsal da órbita, lateralmente à cavidade nasal. Seu ducto se abre na
cavidade ao nível da concha rostral. É conhecida com “glândula de sal”, mas só
secreta sódio nas espécies marinhas.
A laringe apresenta somente as cartilagens aritenoides e cricoide. As
aritenoides são responsáveis por fechar a glote.
A traqueia possui anéis cartilaginosos completos e acompanha o esôfago por todo o
pescoço e pode ser palpada do lado direito. Bifurca-se em dois brônquios
primários dorsais à base do coração, que penetram na superfície ventral dos
pulmões. A parte terminal da traqueia e início dos brônquios primários formam a
siringe.
A vibração da siringe produz o som
do canto das aves. Possui músculos esternotraqueais esquerdo e direito que
ajudam na vocalização.
Os pulmões são relativamente pequenos, não lobados, não se expandem e
possuem coloração rosa-vivo. Possuem mais cartilagem que o dos mamíferos, mas
são mais macios e aveludados. Localizam-se na parte craniodorsal da cavidade
corporal situando-se entre as vértebras torácicas e costelas vertebrais. Possui
impressões costais dadas pelo íntimo
contato com as costelas. Não há necessidade de uma cavidade pleural equivalente
a dos mamíferos, pois sua capacidade de expansão é insignificante.
Possuem sacos aéreos que são dilatações cegas e de paredes finas do sistema
brônquico. Os divertículos destes sacos penetram em vários ossos. São oito
sacos aéreos: cervical, clavicular, dois torácicos craniais, dois torácicos
caudais e dois abdominais. Durante a inspiração o ar entra pela traqueia, passa
direto pelos pulmões e quando ocorre a expiração o ar que está nos sacos
craniais sai pela traqueia, o que está nos sacos abdominais vai para o pulmão,
onde ocorrerão as trocas gasosas e de lá passa para os sacos aéreos craniais.
Desenho esquemático pulmão e sacos aéreos. Fonte: Google Imagens
Sistema Nervoso
O cérebro
é pequeno, ligeiramente maior do que os globos oculares. Os bulbos olfatórios ficam encravados
entre as grandes órbitas. Os hemisférios são pequenos e relativamente lisos
quando comparados aos mamíferos. Os hemisférios direito e esquerdo são
separados por uma fissura medial e se distanciam do cerebelo por uma fissura
transversa. O cerebelo é
relativamente grande, consiste num corpo central com pequenos apêndices
laterais. A medula espinhal é um
corpo gelatinoso, rico em glicogênio, na superfície dorsal da dilatação
lombossacral.
Olhos
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Referências Bibliográficas
- Aulas de Anatomia de Aves, ministradas por Poliana Galvão e Laércio dos Anjos Benjamin
- Dyce, K. M.; Tratado de Anatomia Veterinária
Gostei muito do seu blog. Sou estudante de veterinária e eu não conseguia achar resumos mais enxutos sobre galinhas e eu gostei do seu.Nossa obrigada mesmo!!!! =)
ResponderExcluirótimo conteúdo !
ResponderExcluirParabéns pelo trabalho, excelente!
ResponderExcluirParabéns pelo trabalho. Amante de Aves, acho primordial conhecer um pouco mais sua fisiologia.👏
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